"'Aquele que salva uma pessoa, salva o mundo inteiro'. E foi assim que o mundo foi tocado pela luta e corrida contra o tempo de um empresário, que tocado pelo horror da guerra salvou muitas vidas.
Um filme simplesmente sensacional! Seja pela sua história, ou pela sua fotografia, ou pelas atuações fantásticas que os protagonistas desempenham, mas sem dúvida, é um filme para ser visto e revisto!
A filme conta a história controversa de Oskar Schindler (Liam Neeson – atuação perfeita) m típico fanfarrão, simpatizante do nazismo, rico, mas que pela sua extrema solidariedade para com o ser humano, é capaz de “perder” toda a sua fortuna, em prol de salvar mais de mil judeus dos campos de concentração.
Schindler usava a sua fortuna para comprar tudo que bem entendia: mulheres, bebida, bens, produtos no mercado negro, além de pessoas do alto escalão da Gestapo. Em uma dessas transações, ele conhece Itzhak Stern, um contador judeu, que lhe convence de que a mão de obra judia é a melhor e mais barata que ele pode conseguir. A partir daí, Schindler passa a contratar judeus para trabalhar com ele. Logo depois, a guerra eclode ainda mais, e Hitler lança a campanha “Solução Final”, cujo objetivo era acabar de vez com os guetos. Em vista de perder a sua mão de obra barata, Schidler, faz um acordo que os seus funcionários sejam colocados em um local mais seguro. Porém, a sua versão humana fala mais alto, quando em visita a um dos campos de extermínio, onde presencia a real situação na qual estão os ditos “não arianos”, ele acaba fazendo a famosa “lista”, com a ajuda de Stern, onde constam os 1.100 nomes que comporiam a lista, Schindler viria a pagar um boa soma de dinheiro a Goeth (Amon Goeth comandante de Auschwitz, interpretado por Ralph Fiennes, em sua estréia no cinema), que tomaria as medidas necessárias para o que o desvio de rota fosse bem sucedido, levando os presos para a Tchecoslováquia e não para Auschwitz.
A direção de Spilberg é primorosa, fazendo desde ângulos de câmera que fazem com que o espectador seja transportado para a sensibilidade da história, até o uso da cor, onde o p&b é inteiramente utilizado, tendo somente a cor vermelha – que simboliza aí o sangue derramado, além de transmitir a vibração da vida, que é tirada dos judeus – em uma única tomada, sendo apenas um detalhe, mas que faz toda a diferença, tanto na trama, quanto no decorrer do filme, ao mostrar a menininha do vestido vermelho, que mostra a perfeita fusão de som, imagem, música (John Williams). O diretor ainda salienta que o não uso de cores, foi proposital para que fosse mais suportável ver uma história tão violenta.
O roteiro de Steven Zaillian traduz uma época cruel da humanidade, com fidelidade à época, e sem deixar de ter o “que” de entretenimento, traduzido nas 3 horas de duração do longa"... Link da resenha, aqui...
Para possíveis esclarecimentos, faço uso destas palavras de Ilya Prigogine: “As moléculas obedecem a ‘leis’... As decisões humanas dependem das lembranças do passado e das expectativas para o futuro... A perspectiva sob a qual vejo o problema da transição da cultura da guerra para uma cultura de paz se obscureceu nos últimos anos, mas continuo otimista”...
Enfim, procuro sempre alguma desculpa para escapar do caos que envolve o mundo: sofro com as guerras; mas acredito que é ciúme também... No entanto: por amor à escrita, necessito parar de navegar... Mesmo tu sendo também uma razão do meu amanhecer, do alvorecer ou daquele entardecer de todos os desejos, principalmente quando adentro nos caminhos da virtualidade para espantar o cansaço do coração... Doravante, no ecrã desta estrada, saio em disparada ao encontro dalgum nexo: sonho de vida; doida por teu olhar, sinto o sabor dos fragmentos do caos... tudo se tornou exaustivo...
Em verdade, em verdade, sem preceitos, conceitos e sem aqueles velhos valores absolutos, formados bem distantes da realidade, relativizo o mundo no qual não vivo... mas que não me exige presença; e, na livre forma de expressar sentidos e sentimentos, vou nutrindo nossas vivências... Ao sair em disparada, depois de tantos sonhos sonhados, minha visão foi se clareando e aceitei que não dá mais para te seguir...
Diante do infinito que me vêm os dias, evito os atarefados dessa torre de babel chamada vida: viver também é sentir o silêncio da imensidão... Ouvir o canto dos pássaros, em alguns momentos, é toda a paz necessária...
Os traços sensíveis que configuram um gesto divino vêm do mais belo interior do ser: viver também é ver a beleza natural de cada minuto pisado no chão firme, assim vou alimentando meus animais de estimação para viver sem temor de precedência das benevolências e sentir a sensibilidade de toda arte a transcender da fragilidade de uma Flor...
Naquele túnel que existe dentro de mim, fui quebrando pedras e me desviando dos espinhos... Nas trilhas da vida duma mulher errante não existe apenas flores para colher; logo quando o caminho começa a florescer é a vida que chama para batalha... Assim por entre o brilho das luzes das estrelas e as pedras do destino existem as flores e os espinhos para aprender a conviver, por isso vou plantando amizade e seguindo sorrindo... Com a Esperança de me fazer entender, deixo uns fragmentos duma sugestão de leitura sobre a educação que acredito: "Deleite em passear por um texto que o tempo todo exige a presença do leitor, seja para assumir o papel de crítico ou de cúmplice da autora:
Foi estranho, talvez um pouco melancólico, perceber a minha faceirice quando, ao abandonar a leitura do livro para escrever estas "mal-traçadas- linhas", constatei que havia tomado um banho de refinamento e de simplicidade, de leveza e rigor teórico-literário e eu nem estava lendo um romance ou uma obra de ficção, mas um livro para e da escola, para e dos professores.
O porquê da estranheza vocês vão poder conferir-concordar- discordar depois de ler o livro, mas eu me atreveria a dizer que parte dessa sensação se deve ao fato de o texto da Sônia ter conseguido materializar aquilo sobre o que ela "tematizou", ou seja, a necessidade de encararmos o saber não só na sua dimensão científica, mas também na sua dimensão cultural, poética, artística como estratégia contra a cristalização da nossa linguagem e da nossa prática pedagógica.
São palavras de Sônia Kramer: É de erotização do conhecimento que falo, de valorização do saber científico e do não-científico como pedras preciosas do fazer e do querer humanos. Pois quem mais conhece, senão o homem? Quem mais conhece a si próprio e fala a si e de si, senão o homem? Quem mais se faz sujeito no coletivo, senão o homem, e graças à linguagem que permite fazer e dizer a sua história?"
Com estes questionamentos, entre tantos outros, Sônia chega no tema da linguagem - central em todo o seu trabalho. Bakhtin comparece com a sua teoria da enunciação baseada na filosofia marxista da linguagem. Surgem então as idéias de polifonia, polissemia, do signo com natureza social, das interações entre consciência e ideologia, da plurivalência social que os signos sofrem, da relação entre vida e arte, das questões de estética, da língua como produto histórico... Tantos fios acabam por tecer a trama da linguagem na escola: que fala com as crianças, com os professores e conosco, professores-de-professores. Vygotsky é o terceiro interlocutor. Ele que "busca compreender o psiquismo e a consciência, a arte e a imaginação no contexto da produção humana"(p.86) surge como elo de ligação entre a "história, pela linguagem, indo em busca do sujeito".
Noites simbolizando, no meu entender, o retorno ao começo do livro, do homem que se faz na história pela linguagem que narra, pelos rastros e marcas que deixa, pela vida que enfrenta, pelo que faz, produz e cria (...)
"Desbloqueada a palavra, ela fala por uma prática pedagógica que permita eclodir a avesso, riso, choro, dor, gargalhada, quebrando as pedras da nossa linguagem, as cristalizações e o endurecimento que sofremos".(p.199) Minha vontade era de começar a recontar as histórias que ela conta acrescentando, é claro, as histórias que tenho para contar. Mas me contenho a tempo, afinal não vou contar o livro antes de vocês o lerem"... Link da resenha: aqui...
A reunião de palavras úteis – quando organizadas numa forma ao entendimento de seus significados, sobretudo quando é para dá um sentido lógico ao bom viver – são indispensáveis em todas as formas de comunicação e crescimento, por isso faço uso, sempre que possível, do pensamento dos Doutos para apresentar um tangível desempenho nas trilhas do bem viver: isto também pode ser chamado de COERÊNCIA, meu caro!... Eis que recordei das palavras do Psicólogo Daniel Goleman, no livro Inteligência Emocional... Saboreemos, pois, este fragmento:
... “Entre outras coisas, o que podemos concluir dessa incapacidade de tomar DECISÃO é o importante papel que o sentimento desempenha na navegação pela interminável corrente das decisões pessoais da vida... Embora sentimentos fortes possam causar devastações no raciocínio, a falta de consciência do mesmo sentimento também pode ser destrutiva, sobretudo no avaliar decisões das quais depende, em grande parte, o nosso DESTINO: que carreira seguir, se ficar num emprego seguro ou arriscar-se em outro mais atraente, com quem namorar ou casar, onde viver, que apartamento alugar ou que casa comprar – assim é sempre e sempre, pela vida afora (independente da cor, status social, poder econômico, raça, credo, gênero ou da idade)...
Essas DECISÕES não podem ser bem tomadas apenas através do uso da RAZÃO; exigem sempre INTUIÇÃO e a SABEDORIA emocional que acumulamos de experiências passadas... A lógica formal, por si só, jamais pode servir de base para DECIDIR com quem se casar ou em quem confiar, ou mesmo que emprego pegar; isso são domínios onde a RAZÃO, sem o sentimento, fica cega...
Os sinais INTUITIVOS que nos orientam, nesses momentos, vêm sob a forma de impulsos límbicos das vísceras, que Antônio Damásio chama de ‘marcadores somáticos’ – literalmente, INTUIÇÕES... O marcador somático é uma espécie de alarme automático, geralmente chamando a atenção para o perigo potencial duma determinada linha de ação... Na maioria das vezes, esses marcadores nos orientam para que fiquemos bem longe de uma escolha contra a qual nossa experiência nos adverte, embora também possam nos alertar para uma oportunidade de ouro...
Em geral, nesses momentos, não nos lembramos que tipo de experiência deu forma a esse sentimento negativo; basta que recebamos o sinal de que uma determinada linha potencial de Ação pode ser desastrosa... Sempre que surge uma dessas intuições, podemos abandonar ou seguir imediatamente com maior confiança essa linha de consideração e, dessa forma, reduzir o leque de escolhas a uma MATRIZ de DECISÃO com menos variedade... A chave para uma tomada de decisão mais SÁBIA é em suma: estar mais SINTONIZADO com nossos SENTIMENTOS”, enfim!... (Daniel Goleman. Inteligência Emocional. Editora Objetiva. Rio dejaneiro, 2001. P. 66 e 67)
E para dizer que não falei das pedras, farei uso do poema de Cora Coralina, com a intenção de avisar que das pedras que ela tirou o sumo para poetizar, também fiz o suco de meus versos:
... "Vem!... Conversemos através da alma... Revelemos o que é secreto aos olhos e ouvidos... Sem exibir os dentes, sorri comigo, como um botão de rosa... Entendamos-nos pelos pensamentos, sem língua, sem lábios... Sem abrir a boca, contemo-nos todos os segredos do mundo, como faria o intelecto divino...
Fujamos dos incrédulos que só são capazes de entender se escutam palavras e veêm rostos... Ninguém fala para si mesmo em voz alta... Já que todos somos um, falemos desse outro modo... Como podes dizer à tua mão: "toca", se todas as mãos são uma?... Vem, conversemos assim... Os pés e as mãos conhecem o desejo da alma...
Fechemos pois a boca e conversemos através da alma... Só a alma conhece o destino de tudo, passo a passo... Vem, se te interessas, posso mostrar-te... "Na verdade, somos uma só alma, tu e eu, Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti, Eis aqui o sentido profundo da minha relação contigo Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu"...
Nada do que escrevinho equivale a um convite engrandecedor, mas sim a um anúncio de quem não é vidente, portanto pouco sabe sobre o passado, presente e futuro, no entanto revela-se (gosto de relembrar) uma simplória quando se trata de descobrir os labirintos da vida...
Como bem expressa os lingüistas: seja qual for o conteúdo das palavras escolhidas para escrevinhar, elas desejam sempre emitir uma história... Entenda isso como as características originais dessas palavras, no caso: as escolhidas por essa simplória que clama por compreensão, pois aí existe uma necessidade de identificar, num tom mesmo que influente, o mapa da felicidade ausente no passado, mas que se faz presente nos dias atuais...
Por fim, para entendê-las, basta voltar-se à realidade e despudorar-se da formalidade moral do futuro e tornar-se infantil no querer saber descobrir tudo, assim como quem quer absorver a sapiência de querer ouvir tudo e entregar-se aqueles sabores de conteúdo desconhecidos para sentir as delicias do omitido... É possível decifrar o enigma dessas palavras?... Ah, sim!, quanto ao mapa da felicidade: desejo imensamente encontrá-lo...
... “Que o meu pensar seja claro, verdadeiro, sem julgamento, ponderado... Que meu sentir seja aquecido, amoroso, com compaixão pelo outro, trazendo a verdade do amor latente em si... Que minha ação seja fiel a uma causa, apaziguadora... Que eu possua a virtude de fazer o bem... Que eu possa ajudar ao outro ser humano e acompanhá-lo... Que eu desenvolva o sentido humanitário e colocar a minha força à disposição da humanidade... Que eu Ilumine com sabedoria os lados negativos ou sombras... Que eu possa ajudar o outro a encontrar suas metas e realizá-las... Que eu acompanhe o destino do outro, ajude-o a encontrar os lados positivos da vida para aproveitar, para um todo maior, as qualidades positivas de cada um” ...
Fiquei encantada com uma simples frase que diz mais ou menos isso: ‘Falar de boca cheia é feio, mas pior ainda é uma mente vazia que fala muito’... E, eu pensei: mais vale um silêncio recheado de sentimento do que falar sobre os passos dados no asfalto...
Entretanto, preciso contrariar minha premissa... Porém, antes de qualquer enunciado, devo anunciar que não sou despojada de tudo; portanto, meu maior desejo era enviar uma missiva redigida em forma de Cânticos de Exultação e Ação de Graça envolvidos num manto de suavidade, em comemoração aos olhares carinhos que resplandeceram a lucidez e coragem da partilha de sentimentos, ativando e motivando a árdua caminhada humana... No entanto ou infelizmente necessito continuar a exaltar o anarquismo da palavra...
Enfim, para o bem das palavras, gostaria muito de falar sobre o anarquismo, mas um anarquismo propositivo e construtivo, aquele que significasse uma sociedade organizada sem o poder do autoritarismo, onde houvesse aqueles seres com autoridade para implementar o Novo sem os laços corruptos do ilícito... Compreende-me?...
Sem dúvida, sentir-me-ia aliviada sem muitas explicações... Estou sempre atenta e tomo muitas precauções para não ir me refugiar no meio da floresta, por isso economizo constantemente as letras, para não parecer uma anarquista da palavra sem princípios... Pois é, o clima anda tão louco, todavia os senhores do poder de organização nada fazem de Novo, para sinalizar um futuro com mais harmonia e segurança... Ademais, diante de tantas catástrofes eu me inclino a meditar {a crise hídrica em São Paulo, os rios da Amazônia inundado as cidades, tempestade em Santa Catarina, terremoto em Nepal, as ameaças da erupção do vulcão calbuco no Chile, o aquecimento das águas do Oceano causando o desgelo nos Pólos, as epidemias, o lixo e a fome aumentando. Aff!}... Tudo isso acontecendo e os Senhores, donos do Estado de Direito, se fazendo de comprometidos, mas nada de propositivo apresentam... Aliás, ninguém aponta nenhuma novidade, porém existem aqueles que estão sempre a exigir dos outros...
Diga-me se não vivemos num período histórico preocupante e angustiante?... Enquanto para uns e outras sobram os motivos para os prazeres de viver, para mim faltam motivos para os risos e os saltos de felicidade; enfim: falta-me cor e sabor para falar de amor e amizade, ou falta-me a tônica delicada para compor a suave sonoridade da dança da vida: um brinde ao caos!...
Mas também sei: não é possível dizer que essas preocupações anarquistas sejam uma significativa contribuição para expressar um pensamento transformador e evolutivo; no entanto, penso que constitui uma fonte de reflexão ou um desafio que me incita a valorizar e repensar criticamente o processo histórico da nossa louca e desumana desorganização... Apesar disso, sigo fazendo minha parte... Contudo, necessito deixar o pensamento me levar, assim sempre segui, sigo e seguirei sendo eu mesma...
Por outro lado, é curioso perceber que o nativismo exaltado, por alguns homens-de-bem, representa o puro nível da linguagem exótica do passado... Porquanto, nela até agora só posso ver os fragmentos de procedimentos do beneficio próprio: o uso exagerado do marketing desnecessário para sedimentar o modismo da imagem...
No entanto, o melhor fruto para ser colhido apenas com o tempo pode ser fornecido: a verdade... Esta como um bom resultado a ser alcançando, pois, no cenário do jogo ambicioso, foi lançando outra estratégia para intimidar toda gente humilde... Mas esperamos a verdade chegar para ela ser a principal semente na exposição de cumprimentos de todas as boas ações...
Pois foi assim que vi o poder se manifestar, especificamente na construção da imagem... O ser humano moderno apresenta-se sempre com dois interesses distintos: o acúmulo de bens materiais, como pretexto de expandir seu poder; e a prática religiosa, como necessidade de afirmar uma imagem de benevolência... Penso que não seja exaustivo repetir: enfim, uma Nova tática Imperial para adubar as raízes duma velha burguesia antiquada e pretensiosa... Ufa!... Bem, já nem me importa se alguns da comunidade internacional são todos "Charlie", enquanto outros nem sequer querem saber dos cristãos massacrados no Quênia... Ah sim: prefiro não traduzir o que tento desabafar, acho que não seja necessário nominar as personagens ou apresentar substantivos e adjetivos, relatar os fatos, apresentar as evidencias e nem exemplificar com as picuinhas cotidianas; por isso cada um pode decifrar o que digo conforme suas imaginações e adequar ao contexto de vossos interesses...
É justamente assim!... Ainda que seja temporário (ou que seja por acúmulo da ignorância), logo haverá em minhas entranhas uma breve interrogação: será que o ser o humano evolui ou apenas adapta-se às transformações culturais e sociais inerentes ao seu contexto?...
Na contingência que possibilita certas casualidades, os passos territoriais dos grandes colonizadores deixaram simbologias que dificilmente a história civilizatória irá decifrar; ou: talvez haverá de existir outra longínqua civilização para compensar as atrocidades do passado com amorosas dádivas das delicadezas de paz...
Por uma união entre as Nações, além da liberdade de comércio, surgirá uma Nova tática para lidar com a humanidade ou governar... A linguagem articulada, essa nossa eterna terna companheira, será desnecessária ou sairá a passeio por outros planetas... Provavelmente, a dureza de nossa linguagem falada será substituída pela calorosa delicadeza de certas ações práticas e praticadas no afago do silêncio... Pois é ele, o silêncio, que, além de elevar a alma, revela segredos históricos que a própria História desconhece... Oh, grande poder transformador, transformai nossa forma de viver!...
Sem demora, a natureza humana já não será um eventual acaso... Não haverá o pronunciamento de palavras com ausência do significante, mas sim a gentileza dos gestos que serão auscultados como carícias de amantes no ápice da paixão... E, no poder de rememoração da nossa história, haverá a ternura da linguagem dos sentimentos a tecer o tênue horizonte de cada Nova manhã... Amém!...
Um Mundo cheio de erros e acertos, para ser visitado sem censura e sem preconceito...
Meu maior erro é a preguiça, portanto nunca sei de qual link retiro as imagens utilizadas para ilustrar as postagens: exceto aquelas as quais registro os créditos, todas as outras são retiradas da internet...
Outro detalhe também do meu desleixo são os erros gramaticais nos textos por mim escritos, nunca os corrijo porque este blog funciona apenas como depósito de rascunhos...
Se porventura os donos das imagens sintam-se lesados, é só avisar que eu identifico os devidos créditos (se possível, eis o e-mail para contato: barrosrosangela.ac@gmail.com) ou, caso necessário, retiro todas as imagens...
Sou a própria harmonia e a comunicação para todos os momentos do viver... Sempre vou ponderando com calma e justiça as questões que surgem pelo caminho... Considero o amor como um meio de se alcançar a beleza e a perfeição existencial... Assim sou: apenas aquela que trafega no Mundo em busca de Paz!...